sábado, 30 de abril de 2011

O Vale da Visão

Quando Tu queres me guiar, eu é que me controlo.

Quando Tu queres ser soberano, eu é que dirijo a minha vida.

Quando Tu queres tomar conta de mim, eu me basto.

Quando eu deveria depender de tuas provisões, eu me supro.

Quando eu deveria submeter-me à tua providência, eu faço a minha vontade.

Quando eu deveria ponderar, honrar, e confiar em ti, eu me sirvo.

Eu critico e corrijo as tuas leis para se adequarem a mim.

Em vez de a ti eu busco a aprovação dos homens, e eu sou por natureza um idólatra.

Senhor, o que eu mais quero é levar o meu coração de volta para Ti.

Arthur Bennett, The Valley of Vision, citado por Charles Swindoll em Intimidade com o Todo-Poderoso, um livrinho tremendo.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Programa Nos Bastidores com o DT_BOPE_Parte 1



Emocionante acompanhar o Diante do Trono em sua visita ao BOPE, no Rio de Janeiro. Muitos irmãos em Cristo no BOPE.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Declaração de Amor

A revista Cláudia de dezembro traz uma matéria linda em que os maridos fazem declarações de amor para suas esposas.

Todas são tocantes, mas sou fã do Mario Sergio Cortella e foi fantástico o texto dele, que segue transcrito na íntegra:

"De: Mario Sergio
Para: Janete
Assunto: Eu preciso de ti porque te amo

Janete/amor!
Gosto de escrever assim, especialmente depois de um quarto de século de vida partilhada e reinventada. Você sabe que sempre deixo o Janete com maiúscula e o amor com minúscula para ficar claro que o maior contém o menos maior (jamais menor!). Afinal, como te disse muitas vezes, Janete é substantivo concreto que protege e transporta o substantivo abstrato, amor, que, por abstrato ser, caberia em qualquer lugar, mas que, para mim, só ganha concretude quando repousa em você, maior amor por ser Janete.
Lembra da provocadora frase do (psicanalista) Erich Fromm, em tantos momentos por nós dita, redita, bendita? De novo, com alegria, escrevo: 'O amor imaturo diz: 'Eu te amo porque preciso de ti'; o amor maduro diz: 'Eu preciso de ti porque te amo'. Lembra ainda quantas foram as situações nas quais, diante de turbulências e perturbações, nós a trouxemos de volta? Servia e serve pra quê? Para nos advertir de que o amor que perdura é aquele que tem a si como a razão da vida compartida.
'Eu te amo porque preciso de você' apenas afirma que a necessidade ou a precisão, ou a carência, ou a falta, ou a escassez são as razões principais para que o amor se sustente; por outro lado, como continuamos gostando, o 'Eu preciso de você porque te amo' coloca o amor como a fonte da necessidade, isto é, o amor é o pressuposto, o sentido, a premissa, o motivo, o horizonte que orienta e ilumina.
Então, mais uma vez, Janete/amor, guarde contigo esta verdade: eu preciso de você porque te amo!" Mario Sergio Cortella, 56 anos, filósofo, escritor e professor, de São Paulo, casado há 25 anos com Janete Leão Ferraz Cortella, 51 anos, jornalista e empresária, ambos têm filhos de uniões anteriores. Mario é pai de André, 33, e Ana Carolina, 30; e Janete é mãe de Pedro, 27