Já li o Salmo 1 incontáveis vezes, mas um dia desses o Espírito Santo me chamou a atenção especificamente para um trecho sobre o qual não havia me detido: o versículo 3. O homem bem aventurado “é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido”.
Como o Senhor sabe exatamente do que precisamos, esse foi um recado muito precioso para o momento que estava vivendo: o de querer frutificar na Obra.
Eu nasci de sete meses. Para quem já nasceu com pressa o resto da vida seguiu no mesmo ritmo. Logo, a paciência não era um dom com o qual eu tivesse muita afinidade.
Portanto, quando iniciei minha caminhada com Jesus a impaciência, minha habitual companheira, estava ali. Queria que o Senhor revelasse logo dons e papel na Obra. Mas em seguida entendi como o Mestre trabalha: se Lhe peço mais paciência para lidar com uma pessoa ou situação Ele não estala simplesmente Seus dedos e me transforma. Não; isso para o Deus do Impossível seria muito fácil. Mover o Impossível, nesse caso, é me transformar justamente me apresentando situações ainda mais desafiadoras, para que por amor a Ele, com os olhos no alvo e contando com o Espírito Santo que em mim habita eu vença a mim mesma e chegue mais perto do caráter de Cristo, cultivando o fruto do Espírito.
Dessa forma, ser lavado e remido no sangue do Cordeiro significa, sim, deixar para trás o velho homem e surgir como nova criatura; mas a carne grita e temos de garantir a cada dia a primazia do espírito. Por isso disse o Senhor “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mateus 26, 41; Marcos 14, 38).
Então nesse dia o Senhor me deu essa preciosa lição de que no devido tempo o homem bem aventurado dá o seu fruto, que tudo o que ele faz será bem sucedido, e a partir de então descansei Nele e estou aproveitando cada minuto dessa jornada maravilhosa pela qual Ele me conduz. Porque sei que posso confiar em quem está no leme. “... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2 Timóteo 1, 12). “... o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação” (Isaías 12, 2).
Como o Senhor sabe exatamente do que precisamos, esse foi um recado muito precioso para o momento que estava vivendo: o de querer frutificar na Obra.
Eu nasci de sete meses. Para quem já nasceu com pressa o resto da vida seguiu no mesmo ritmo. Logo, a paciência não era um dom com o qual eu tivesse muita afinidade.
Portanto, quando iniciei minha caminhada com Jesus a impaciência, minha habitual companheira, estava ali. Queria que o Senhor revelasse logo dons e papel na Obra. Mas em seguida entendi como o Mestre trabalha: se Lhe peço mais paciência para lidar com uma pessoa ou situação Ele não estala simplesmente Seus dedos e me transforma. Não; isso para o Deus do Impossível seria muito fácil. Mover o Impossível, nesse caso, é me transformar justamente me apresentando situações ainda mais desafiadoras, para que por amor a Ele, com os olhos no alvo e contando com o Espírito Santo que em mim habita eu vença a mim mesma e chegue mais perto do caráter de Cristo, cultivando o fruto do Espírito.
Dessa forma, ser lavado e remido no sangue do Cordeiro significa, sim, deixar para trás o velho homem e surgir como nova criatura; mas a carne grita e temos de garantir a cada dia a primazia do espírito. Por isso disse o Senhor “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mateus 26, 41; Marcos 14, 38).
Então nesse dia o Senhor me deu essa preciosa lição de que no devido tempo o homem bem aventurado dá o seu fruto, que tudo o que ele faz será bem sucedido, e a partir de então descansei Nele e estou aproveitando cada minuto dessa jornada maravilhosa pela qual Ele me conduz. Porque sei que posso confiar em quem está no leme. “... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2 Timóteo 1, 12). “... o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação” (Isaías 12, 2).
“Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Números 23, 19).
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